As chamadas "orelhas de abano" costumam gerar constrangimento desde a infância, com impacto na autoestima. A otoplastia é a cirurgia que corrige o posicionamento e o formato das orelhas, com um pós-operatório geralmente tranquilo. Veja quando é indicada e como funciona.
Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui a avaliação médica individualizada. Cada caso é único, e a indicação de qualquer procedimento depende de uma consulta presencial.
O que é a otoplastia?
A otoplastia é a cirurgia plástica das orelhas. Ela corrige o excesso de projeção (orelha "de abano"), a ausência de dobras naturais e assimetrias, aproximando as orelhas da cabeça e melhorando o contorno. O objetivo é um resultado natural e proporcional ao rosto.
Qual a idade indicada?
A otoplastia pode ser realizada em crianças, geralmente a partir dos 6 ou 7 anos, quando a orelha já atingiu grande parte do desenvolvimento — muitas famílias optam por operar antes das cobranças escolares. Também é muito procurada por adultos, que decidem tratar um incômodo que carregam há anos. A avaliação define o melhor momento.
Incomodado com as orelhas?
A Dra. Talita Santos avalia o caso, seu ou do seu filho, com acolhimento.
Agendar avaliação pelo WhatsAppComo é feita a cirurgia
A cirurgia é feita por uma incisão geralmente escondida atrás da orelha. Por ela, a cartilagem é remodelada e reposicionada, criando ou reforçando as dobras naturais e aproximando a orelha da cabeça. Em adultos costuma ser feita com anestesia local e sedação; em crianças, a abordagem é definida conforme a idade.
Como é a recuperação
O pós-operatório costuma ser tranquilo. Usa-se uma faixa ou curativo sobre as orelhas por um período, para proteger e ajudar na modelagem. Nos primeiros dias há sensibilidade e inchaço, que melhoram gradualmente. O retorno às atividades leves é relativamente rápido, com cuidados para evitar traumas na região.
Resultado e segurança
O resultado é uma orelha mais harmônica e natural. Como toda cirurgia, envolve riscos minimizados por boa avaliação e técnica. Escolher uma cirurgiã plástica com CRM, RQE e filiação à SBCP é essencial, inclusive quando a cirurgia é para crianças.